A MINHA ALMA
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 11 June 2018
A minha alma sangra de dor
Como as rosas do meu jardim
Que perfumam o meu coração.
Belas rosas desfolhadas de mim
Estrelas cintilantes que perfumam
Todas as sombras que me rodeiam.
No leito onde se deita o feroz lobo
Para sangrar o jasmim da minha alma
De asas partidas num luar de penas.
Sem rastros, sem braços para o alcançar
Pela andorinha que tenta fugir à noitinha
AMOR
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 11 June 2018QUANDO SE INSTALA
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 11 June 2018AMO O DIA
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 11 June 2018
Amo o dia, odeio a noite
Sigo as sombras que me cercam
Neste desespero que me consome
Quando desço os sublimes montes
Porque o meu seio é de vazias ilusões
Do meu manto escuro na serra
Nas plantas que planto nos areais extensos
De finos espinhos que me rasgam os pés
Sarcasmo feitos de escárnios em desventuras
Névoas entre a serra de suave neblina
Que a minha alma cansa só de olhar
Baú
Autor: Rapha Marcelino on Monday, 11 June 2018Abri a carne e exibi o peito ao som da raiva incessantemente incessante do silêncio,
rendilhei o baú e abri-o todo,
Assim agoniza a noite
Autor: Frederico De Castro on Sunday, 10 June 2018Poeta sem Sanita
Autor: Rapha Marcelino on Sunday, 10 June 2018Debaixo do tapete
Nasce o padrinho já deserdado da loucura,
E é por isso,
Café
Autor: Rapha Marcelino on Sunday, 10 June 2018
Esperei um pouco,
A senhora e a criança e a rapariga e o rapaz e o homem tinham todos muito por dizer à gente,
Ou somente à minha voz,
Mas vou tomar um café e vai ser extra forte-calmo.
Vou conversar,
Nem que seja contigo, meu recipiente,
Mas agora estou à não-espera,
Porque a minha casa faz de conta que está longe,
Porque o meu sobrinho pode vir ter comigo a qualquer altura,
Nem que seja para me mandar ir para o trabalho.
Tchau
Autor: Rapha Marcelino on Saturday, 9 June 2018Um dia cheguei,
Sentei a terra deste chão,
Por isso volto já