Canção

Póvoa do Douro

POVOA DO DOURO A MINHA MÃE NASCEU
 
Povoa do Douro terra querida como tu não há igual
os teus montes verdejantes embelezam Portugal
corre o comboio na linha
junto ao rio douro que paisagem tão linda
teu rio douro correndo em  direcção ao mar
com os lindos barcos rebelos o vinho transportar
tuas casas de pedrinhas nos dão  tanta alegria e pás
povoa terra querida que tão bom vinho nos dás
tem fama por todo mundo o teu saboroso vinho

Um poema vou recitar a minha Mãe

QUERO-TE MAIS QUE A VIDA
 
Este poema vou recitar a minha mãe tão querida
por mim e por meus irmãos muito tens lutado na vida
ó meu Deus ó meu Senhor
  te agradeço com fervor
por me dares uma tão boa mãe
que a mim e aos meus irmãos nos da tanto amor
lutas no teu dia a dia para eu o curso tirar
te agradeço ó mãe querida
por tudo o que me tens feito muito te hei-de amar
 quando se tem uma mãe que nos da tanto carinho

Falso amor

Você bateu à porta do meu lar
Veio jurar que me vinha amar
Por você fiquei enganada
Com falsas palavras de amor
Que no coração só deixaram dor
E nunca chegaram a nada.
Eu nunca mais te esquecerei
Todo o amor que te dei
Pois não resultou em nada.
Agora vivo triste e sozinha
Porque o amor não se adivinha
Quando tem boa entrada.
Não, não me fales de amor
Hoje lhe tenho rancor
Pois a mim nada me diz

Adeus fado adeus guitarras

Adeus fado, adeus guitarras
Adeus fadistas amigos,
Eu vou deixar de cantar
Vou deixar o que mais gosto
Mas não posso continuar.
Porque já passei da idade
Porque não me fica bem.
Alguém me pensa travar...
Eles não pensam nem sabem
A vida que a gente tem
Quando começa a cantar.
E neste fado que eu canto,
Quero bem alto dizer
Neste tom tão magoado...
Quando a minha voz levanto

Poema para o homem

 
Porque será que se escreve
Tantas canções à mulher?
Pois o homem também gosta
De as ouvir quando quer.
 
Deus pôs no peito do homem,
Um coração para amar...
Nunca se deita no leito
Sem sua esposa beijar.
 
O homem sofre também
Vendo sua esposa sofrer,
Por vezes vai para o álcool
Para sua mágoa esconder.
 
O homem é igual
À santa imagem de Deus

Aurora

Houve há dias desfolhada
Na casa do Zé Ninguém,
Foi toda a rapaziada
De lá do Sr. d’ Além
Foram nossos namorados
E raparigas de fora,
E lá faltou a Aurora.
 
Refrão
 
Aurora
Que beleza de mulher,
Ó Que linda rapariga
Por isso todos te querem
Mas tu não vais na cantiga.
 
Quem encontrar um Milho Rei,
Na eira será rainha
Dá um beijo na boquinha

Ribeirinha grande

 
 
Junto à ribeirinha grande
Vive um casal de velhinhos,
Tão felizes, tão contentes,
Vivem cheios de carinhos.
 
De manhã vão para o campo,
Buscar couves para o caldinho,
Depois dão comida ao gado
E vão à adega buscar o vinho.
 
Vão para a mesa comer o caldo
E beber o seu copinho,
E não falta lá no prato
Um pedaço de toucinho.
 
À tarde vão para o campo

Meu porto gosto de ti poema de Maria Carmo Borges

 
 
 
Meu Porto gosto de ti
Tens beleza, tens encanto.
Dentro da Igreja, da Sé
Eu a Deus rezo e canto.
 
Tuas casas tão velhinhas,
Fazem lembrar a mocidade
Lindas moças nas janelinhas
Havia alegria e humildade.
 
Teu rio Douro é tão lindo
De noite iluminado,
Companheiro lá vai indo
A ouvir cantar o fado.
 
Em desporto és muito belo,

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