Deste coração...até a alma lhe dói Autor: Frederico De Castro on Saturday, 16 February 2019 O silêncio pisoteado estende-se na ladeira do Tempo desvinculado até deixar qualquer hora Morrer absurdamente inacabada Deste semblante que dói até ao fundo da alma Flui uma súbita lágrima corroborada, qual sussurro Vote Gosto 53% Não gosto 47%
Sereno Espaço Autor: Frederico De Castro on Friday, 15 February 2019 Pinga a luz uma luminescência fragrante Colhe no seu regaço cada emoção correndo Pra jusante desta solidão tão depurante Dentro do espaço corre o tempo delirante Acomodado numa brisa elegante, deixando Vote Gosto 53% Não gosto 47%
Poder dos céus Autor: Frederico De Castro on Thursday, 14 February 2019 Nasce além uma noite quase perversa Deixa uma minúscula hora em reclusão Depois de tanto regar este tempo repleto De palavras e desejos tão selectos Com estrondo rasgam-se os poderes Dos céus, iluminando a escuridão flagelada Vote Gosto 47% Não gosto 53%
A muldura Autor: Frederico De Castro on Monday, 11 February 2019 No quadro das ilusões pintam-se tantas Emoções gigantescas onde um sereno Gesto desemboca nesta rima tão arabesca Nas bordas do tempo esquadrinho aquela Hora final ruidosamente recambolesca comendo Vote Gosto 49% Não gosto 51%
Um gomo de luar Autor: Frederico De Castro on Thursday, 7 February 2019 Qual presságio subtil e supremo caindo sob O peso de uma solidão tremenda o destino Tomba além vergado neste silêncio tão sucinto Avalio atentamente cada gomo de luar nascendo Vote Gosto 55% Não gosto 45%
A noite e a escuridão Autor: Frederico De Castro on Wednesday, 6 February 2019 Retaliante e feroz a noite esconde-se Nas entranhas de um silêncio profundo Até se eclipsar nas penumbras de uma Sombra dissimulada e fecunda FC Vote Gosto 55% Não gosto 45%
Panorâmica da solidão Autor: Frederico De Castro on Monday, 4 February 2019 Uma lágrima muda vagueia pelos Escombros deste silêncio exasperado Até se fundir na noite que além tão Lívida e volátil desaparece dilacerada Num monograma artístico arquitecto e Desenho versos banais alimentando a génese Vote Gosto 47% Não gosto 53%
Réstias de luz Autor: Frederico De Castro on Saturday, 2 February 2019 Entre as paredes do tempo resguardo Aquele silêncio desalinhado e vagabundo Deixando atordoada qualquer hora gravada Numa multidão de memórias tão gradas Vote Gosto 49% Não gosto 51%
E lá vou eu... Autor: Frederico De Castro on Friday, 1 February 2019 A luz flácida espreguiça-se tão habilidosa até Se empoleirar suculenta e rendosa entre o Poliéster dos silêncios mais aveludados e charmosos São incontáveis as horas que ficaram retorcidas entre Vote Gosto 57% Não gosto 43%
Único silêncio Autor: Frederico De Castro on Tuesday, 29 January 2019 Sentada no cadeirão do tempo uma hora Sossega e apascenta aquele segundo tirano Sempre escravizado, até vestir de branco A briosa manhã chegando tão branda Amarrotadas memórias subsistem ainda Vote Gosto 53% Não gosto 47%