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Surrealista

Escala a naberius

O silêncio predominou novamente
O riso esmaece em seu semblante
A vontade não permaneceu
 
Tomado, estava, a vontade inferior
Sabedoria inferior
Vidas inferiores
 
Caminhou o trecho,
planejado e corajoso
Corajoso e tomado
 
Caminhou, não em vão
Aos gritos, sussurros
Liberdade e prosperidade
 

Largo dali

Passou mais um dia onde até de tempo são feitas as lendas
A mais um padeiro que de manhã faz notáveis merendas
Mais um dia ao lado do nada que fica no largo dali.
 
Nesse nada de largo com casas sem tormentas
O cuco falso do relógio dá na parede umas horas lentas
A mais um relojoeiro que perdeu um parafuso pois vive no largo dali.
 
Passou mais um dia ao lado do nada que fica no largo dali
Já sem espera, sem gosto e desgosto, sem queixume ou ardume

VOU CONTAR UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA

VOU CONTAR UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA

Eu sou irmã de Madalena Cordeiro.

Tenho cinquenta e oito anos. Quando eu tinha dez anos, minha mãe mandava ela me levar todos os domingos na igreja para o Catecismo. Nós passávamos em frente uma casa e lá tinha um jovem de quinze anos. Minha irmã Madalena parava para conversar com ele.

E, ele era muito atentado!

Pegava uma porção de pedrinhas e jogava em mim. Eu ficava muito nervosa!

Poema Problema

POEMA PROBLEMA

VAMOS FAZER UM PEQUINIQUE,

NA CASA DA MONIQUE,

JOÃO LEVOU TRÊS MAMÕES,

CINCO MORANGOS E DEZ LIMÕES.

TAMBÉM CONVIDARAM,

A BIA. ELA LEVOU UMA MELANCIA,

O PEQUINIQUE JÁ VAI COMEÇAR.

PEDRO CHEGOU COM DEZ LARANJAS E UM MARACUJÁ.

JÁ ADIVINHOU QUANTAS FRURAS TERÁ?

"Trabalho de casa da escola do meu neto Miguel"

 Autora: Cristiana Cordeiro. ( a ajudinha da mamãe).

 

DEVER DE CASA DO MEU NETO

DESAFIO: CRIE VERSOS E RIMAS COM OS NOMES DAS PESSOAS QUE FAZEM PARTE DA SUA FAMÍLIA. ESCOLA "PARA  A VIDA" DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ESINO FUNDAMENTAL-SESC-CARIACICA-ES

 

Minha mãe Cristiana,

é bondade e beleza,

dorme comigo na cama,

em mim não existe tristeza. 

           ****

Meu pai se chama Paulo,

todos chamam de Paulinho,

na Bíblia ele era Saulo,

Ó meu Deus quanto carinho.

            ****

Minha vó é Madalena,

essa vira  criança,

sobe no pula-pula sem pena,

a coluna é que balança.

Vidros

E com o passar do tempo

Vão se diluindo no descontento

Essas saudades de outrora.

São formas inflamáveis da aurora

Que nos vestem e nos lembram das horas

Tão curtas que passamos juntos.

 

Capitães errantes do mundo

Velejamos até a despedida

Diferentes de todas as outras.

É que no plano etéreo profundo

Existências se quebram - ardidas

Estilhaçando lembranças tolas.

 

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