Quero morrer, quero Amar... quero sossegar....

Te dou este beijo no rosto...
No Teu íntimo, onde o desejo se esconde,
Assim, me deixo, assim eu peço,
Que um dia, deste sonho me elévem...
No entanto, e na esperança... voo tão longe,
Numa noite, ou num dia,
Numa visão, ou em nenhuma,
Mas que seja, neste Amor,
Tudo o que vemos ou parecemos
não mais  um sonho, dentro de um sonho.

Solenemente, em mim... Existes

Meu Anjo … minha Luz!
Que me entras pela janela da minha Alma durante o sono,
Desces das copas das árvores, do ar brincalhão,
Sorrindo …beliscando-me a pele,
Ar incorpóreo, voo de uma Deusa,
Permaneces na penumbra, no meu leito,
Caprichosamente, sinistramente
Sob as minhas pálpebras fechadas, nos sonhos és constante,
Te escondes onde a minha Alma dorme;
No eco, no chão e nas paredes…
Vives entre as sombras do meu espaço,
És senhora, és Anjo sem medo,

Quando breve é a vida

Comecei a rima mais breve de sempre,

Sem nada para dizer.

Apercebi-me por dentro,

Do que na verdade estava a escrever.

 

Propositada não seria a sua brevidade,

Porém no acaso envolvida.

No entanto tudo é limitado,

Quando breve é a vida.

 

Até mesmo a estrela mais brilhante,

Vê a sua luz diminuída.

Tudo é breve portanto,

Quando breve é a vida.

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