Reflexos
Autor: Frederico De Castro on Friday, 12 September 2014FLOR
Autor: Madalena on Friday, 12 September 2014FLOR
Bom dia! Boa tarde e boa noite meus amores!
Este mês de setembro é o mês das flores...
Porque, é o mês do meu aniversário;
Sou uma flor do orquidário!
Hoje é o meu aniversário!
Recebi muitos parabéns!
Esta é minha maior riqueza;
É um bem que não pára bens!
Quero agradecer os meus amigos...
Que estiveram comigo este ano;
Estaremos sempre juntos...
Se a morte não cortar-nos o plano!
Madalena Cordeiro... Aniversário dia 17/09/2014
QU'HOMEM ESTE... (leia-se: COMEM ESTE)
Autor: Henricabilio on Friday, 12 September 2014QU'HOMEM ESTE... (leia-se: COMEM ESTE)
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Era um implacável assassino:
Matou, violou, estropiou,
Na impunidade total.
Mas o destino
Veio um dia,
Trocar as voltas (que ironia!)
A tanto mal...
… E foi-se a Vida
(Ou seria: Foice?!).
Disseram com hipocrisia
Na sua despedida:
"Que descanse em Paz"!...
E o corpo ali ficou
Exposto ao Céu,
Depois de o taparem, as pás.
Mas a Paz
Não aconteceu...
Os vermes vieram
E rasgaram, violaram, estropiaram...
Compelido
Autor: Frederico De Castro on Friday, 12 September 2014RECADOS AVULSOS
Autor: António Tê Santos on Friday, 12 September 2014A BORDOADA SENTIMENTAL
no espetáculo figuram bonifrates com os seus tormentos dissecados por analistas fanfarrões.
A CÁRIE EXPURGADA
os litígios recuam para as cavernas hereditárias enquanto os solilóquios emergem entre penhascos abruptos.
A CANTATA DESCONFORME
os caciques molestam aqueles que procuram o sustento nos lugares onde concentram as matilhas.
A CARAPAÇA MUNDANA
aqueles que sobem ao palco para sorverem os aplausos que encorajam as suas ações transitórias.
A CRISÁLIDA AMOROSA
Sonho cativo
Autor: Frederico De Castro on Friday, 12 September 2014pintura de paisagem
Autor: António Tê Santos on Friday, 12 September 2014o vento amaina: há uma flor, uma barcaça, uma concha aberta para ler; em fios de verde radiante paródias imaculadas se soltam em correria por pontes, poentes, paraísos lexicais.
um método de construção poética
Autor: António Tê Santos on Friday, 12 September 2014ato um molho de boatos a uma mesa e retalho-o; junto-lhe notas pujantes extraídas de «faits-divers»; descubro na intensa capacidade de sentir o pulsar da intimidade das coisas que condensam as palavras.



