PARA REFLEXÃO
Autor: Roberto Armorizzi on Thursday, 7 August 2014Em todos os lugares em que estamos há sempre inúmeros espelhos em nosso redor. E todos eles se comunicam entre si. Talvez nossas imagens possam permanecer, ao mesmo tempo, espelhadas em todo o universo. Mas, para que isso ocorra, é preciso que paremos de olhar tanto para nossos duplos especulares, de modo que os mesmos sintam-se livres de tanto auto-assédio visual que os prende aos limites de nossos próprios reflexos.
Seguir esperando
Autor: Rafael Henrique... on Thursday, 7 August 2014Por mais difícil que esteja, não vou desistir.
Mesmo tudo sendo desanimador, vou seguir.
Ainda que pareça que tudo irá desmoronar,
Ficarei tranquilo, pois sei em quem me firmar.
Eu me firmarei n'Aquele que é a Rocha eterna.
Estarei apoiado n'Aquele em quem a ajuda é certa.
Entregarei todos os meus caminhos ao SENHOR,
Confiarei n'Ele, pois sei que é meu Salvador.
De Seu alto trono o SENHOR me socorrerá.
No momento certo a Sua providência aparecerá.
Se ela ainda não veio, só me resta esperar,
RICO DAS GRAÇAS DE DEUS
Autor: Madalena on Thursday, 7 August 2014RICO DAS GRAÇAS DE DEUS
35 Nem todos nascem pobres,
Nem todos têm o destino de ficar rico,
No meio destes pobres eu estou,
Entre estes pobres eu fico.
Eu sou um dos pobres,
Hoje, eu tenho o que reclamar,
Tudo o que eu fiz na vida,
Tive um ladrão para me roubar.
HAVERÁ
Autor: Oscar de Jesus Klemz on Thursday, 7 August 2014
"" Haverá sempre um sol a nos esperar,
Ainda que a noite seja fria.
Haverá sempre um entardecer,
mesmo que o dia, seja dor.
...Ainda que os sonhos não sejam bons,REENCONTRO
Autor: Oscar de Jesus Klemz on Thursday, 7 August 2014Palavrarte
Autor: Adriano Alcantra on Wednesday, 6 August 2014
O artífice com mãos firmes experimenta no breve
O tom das letras
Ao invés das antigas ferramentas manchadas de sangue
Num mancar pelo distúrbio decadente do pobre artelho.
Aos troncos do anafiláctico semblante byroniano por entre ombros obtusos
Emplacam, competem surras de genitálias parcas
Nas torpedeiras usuras da noite torcida.
Tímpanos endurecidos e horas por contar,
Fios e paletós nos maus vindos frios a assoprar,
Cada costela,
Cada vão em meio à carne,
Desabrigai!
Injustica
Autor: Milena Dias on Wednesday, 6 August 2014INJUSTIÇA
Há nuvens no olhar entristecido
Do povo desprotegido. Há descrença !
Coração apertado, endurecido.
Já falta espaço onde caiba esp'rança.
Gente que ao sol deu seu corpo fecundo.
Aos ricos banqueiros, de< confiança >,
Deu os trocos, suados ! Sem cuidado.
Que afinal, são obreiros da desgraça !
Senhores de aparência tão distinta !
Rosto sério !!! Elegância definida...
Ébrios de sabedoria...infinita !
Estes, de ambição vil e desmedida,
Retrato da morte
Autor: Milena Dias on Wednesday, 6 August 2014Temos visto a guerra e a morte em direto, vindo de Gaza. Tenho visto também.
Retrato da morte
A morte chega ao vivo lá de longe !
Vê-se a mortífera bomba deflagrar.
Espalha-se o terror !!! Quem pode foge !
Entre pó, fumo e sangue, ouço gritar.
Grito talvez de mãe que o filho beije,
A quem ness' hora a sorte foi faltar.
Ou por que há quem a paz nunca deseje.
Paz...que a insensatez lhe foi negar !
Na crença de que a guerra faz a paz,
Crença torpe , falsa que jamais muda,
Renascer
Autor: Paulo de Jesus on Wednesday, 6 August 2014Renascer
Como a águia que renasce das cinzas
Nós também temos nossos renascimentos.
Quando suplantamos difíceis momentos
E não permitimos que a dor nos atinja.
E numa ascese supimpa e linda
Lapidamo-nos de maneira infinda
Apoteótico sobrevoo admirável
A abandonar o nefando e abraçar o inefável.
Nesse movimento sempre constante
Em meio a dores e gritos cortantes
Elevamo-nos ao mais alto grau.
Ao cosmos, ao espaço sideral.

