SELEÇÃO BRASILEIRA
Autor: POETA MBRA on Saturday, 24 May 2014
Um Brasil que promete vencer,
Todas as partidas no seu decorrer.
Mostrando muita seriedade,
Nesse evento de sua nacionalidade.
De um Brasil ciente de grandeza,
De mais um desafio de sua fortaleza.
Que terá pela frente,
Uma torcida uma corrente.
Onde a palavra é ganhar a confiança,
Do torcedor.
Nesse cenário de um brilho esplendor.
Nessa temporada da copa do mundo,
Que empolgam a torcida de um jeito profundo.
BRASIL!
Autor: POETA MBRA on Saturday, 24 May 2014
Brasil com a meta de vencer,
Pra chegar à liderança.
De uma torcida,
Que torce pelo Brasil e tem confiança.
De uma seleção observada,
Com o seu treinador no caminho dessa estrada.
De um Brasil que avalia sua contratação,
De cada jogador da nossa seleção.
Na corrida pela copa do mundo,
O Brasil quer o seu titulo mais profundo.
Enfrentando qualquer adversário,
A copa das copas de um mundo imaginário.
O BRASIL FAZ HISTÓRIAS
Autor: POETA MBRA on Saturday, 24 May 2014
A poucas semanas da copa do mundo,
O Brasil quer fazer historias no seu reino profundo.
No momento de expectativa da população,
O maior evento do planeta tem sua emoção.
Onde as cidades do Brasil vão sediar,
Em todas as arenas construídas que estão a brilhar.
A copa do mundo que vai começar,
Com o Brasil em campo estrear.
Com os craques da seleção,
No comando de Felipão.
Nesse mundial cada jogador quer,
Deixar sua obra prima.
Numa jogada magistral que o locutor sempre rima.
DUETO - RECORDAÇÃO - João Murty / Joana Aguilar
Autor: josé João Murti... on Saturday, 24 May 2014DUETO: João Murty/Joana Aguilar
RECORDAÇÃO
Nesta água da verdade, tão distantes estão os anos
Que me salvaste do abismo e de emoções tenebrosas
Recolhendo no teu regaço as lágrimas de muitos danos
Brotadas por tantos enganos, suavizado por rosas.
Refletido nesta água vê o teu rosto ardente
Vejo o teu olhar sereno, no pedido que me fizeste
Comissura nos teus lábios, que sorriam docemente
No adeus permanente, do ultimo beijo que me deste.
DUETO - POEMA ADORMECIDO - João Murty/Joana Aguilar
Autor: josé João Murti... on Saturday, 24 May 2014FRAGMENTOS - DUETO: João Murty/Joana Aguilar
POEMA ADORMECIDO
Poeta tímido, que te escondes no silêncio cinzento do teu poema
Castrando a inspiração na brandura da tinta dormente do teu verso
Eu moro onde habita a tua dor, nessa estrada que percorre a tua pena
Bebo a água fria do teu lago, onde a inspiração, ascende ao universo.
DUETO - REBELDE - João Murty / Joana Aguilar
Autor: josé João Murti... on Friday, 23 May 2014DUETO: João Murty/Joana Aguilar
REBELDE
Não me castres as ilusões, deixa-me sonhar longe das amarras desse amor
Solto desse ensejo e ardor, que me marca e me amachuca em profundos traços
Deixa-me cantar ao vento, libertando em soluços esta minha dor
Até que o sol entre na minha alma e se funda no calor de outros braços.
DUETO - LAGOS - João Murty / Joana Aguilar
Autor: josé João Murti... on Friday, 23 May 2014DUETO: João Murty/Joana Aguilar
LAGOS
Zavaia, Lacóbrica, Lagos, terra de lendas e de mar
De vizires, príncipes, boémios, poetas, vagabundos
Onde o litoral palpitante manda o Atlântico beijar
Num beijo com história da demanda de novos mundos.
Fortes, muralhas, igrejas, descobertas, Eanes, Infante
Pedaços de história cantados num poema que me conforta
Feitos por filhos de hoje e de outro tempo mais distante
Forjados na raça e orgulho de um passado que nos importa.
DUETO - TEMPO DE ALMA - João Murty / Fernanda Mesquita
Autor: josé João Murti... on Friday, 23 May 2014TEMPO DE ALMA
Ai! Se eu pudesse parar o tempo e esculpir
Esculpia esse teu sorriso de lábios rosados
Emoldurado nesse olhar afogueado de fugir
De cabelos soltos de tons ruivos acobreados.
Ai! O porquê de tanta incerteza se o tempo voa e não para
Mas se chegar e não partir, é porque o prendi nos meus braços
Então eu vou rir, rir, porque o riso todos os males sara
Teria de novo os teus beijos e o calor dos teus abraços.
DUETO - AMNÉSIA - João Murty / Fernanda Mesquita
Autor: josé João Murti... on Friday, 23 May 2014DUETO: João Murty/Fernanda Mesquita
AMNÉSIA
Tu sabes e não falas, não dizes quem eu sou
Vagueio como um cão que não tem dono
Percorro o meu destino, sem saber para onde vou
Como uma folha que erra, no vento do outono.
Sou um ente esquecido, uma amnésia da vida
Nesta alma errante, para quem nada importa
Apenas tenho silêncio, na memória esquecida
E a rua como morada. Uma parede nua, sem porta.








