Ontem senti falta de vossa mercê
Autor: Leandro Yossef on Sunday, 18 May 2014Ontem senti falta de vossa mercê
Ontem senti falta de vossa mercê...
Quanto no ínfimo átimo de um pensamento, lembrei...
Tudo voltara como num ocaso incontestável... Senti falta deveras!
Decerto já se passaram muitos meses, quiçá até um ano, mas, de presto tudo voltara, voltou quando eu em um lugar caminhava e recordava...
Sim recordei às conversas, os telefonemas após um dia intenso de labor, lembrei tua voz...
Não chorei deveras, fui forte eu sei, posto que fora tudo uma breve ilusão, famigerada paixão, mas recordei vossa mercê...
MUNDO AMARGO
Autor: ALEXANDRE CAMPANHOLA on Sunday, 18 May 2014Afogado no silêncio,
Hoje eu sou um suicida!
Todo mundo morre um pouco,
Quando sofre nesta vida!
Consumindo o fel das horas
Quem me vê logo se assusta.
Todos perdem a doçura,
Quando a vida lhe é injusta!
Com os olhos marejados
Entreguei-me à solidão!
Só quem foi injustiçado
Não sabe dizer “Perdão”!
Lamentando a minha sina,
A pena que foi-me imposta,
Todos vão me perdoar...
Este mundo me desgosta!
a m i z a d e
Autor: arresiur on Sunday, 18 May 2014Terei uma pedra no lugar do coração?!
Autor: JoTita Gonçalves on Sunday, 18 May 2014Uma pessoa que faz trabalhos manuais dolorosos, vez após outra,
no início, fica com as mãos todas doridas,
com marcas do trabalho, calejadas, ...
Isso a longo prazo ajuda, pois passamos a não sentir dor alguma!
De certa forma, o ser humano é igual,
por quantos mais problemas passa, mais insensível se torna,
o que para mim tem o seu lado bom e o seu lado mau.
O lado bom é que o torna mais forte e nem qualquer coisa o afeta;
o lado mau é pode passar a ser insensível a tudo, ou seja,
desejo
Autor: arresiur on Sunday, 18 May 2014lamento rapariga
Autor: arresiur on Saturday, 17 May 2014O Idealismo Alemão - Parte V
Autor: Fabio R. Villela on Saturday, 17 May 2014DO QUE TERIA EU SEM TI
Autor: danieldenani on Saturday, 17 May 2014“Cavalheiro, nossas diferenças são tantas, você tem tudo, e eu nada tenho. Nós pertencemos a mundos distantes que jamais se unirão”.
Essas palavras penetraram o coração do cavalheiro e o sangraram lentamente enquanto as águas corriam despreocupadas sob a ponte onde estavam.
A moça então virou de costas e começou a andar, deixando o cavaleiro com as lágrimas dele e cultivando a suas próprias. Contudo, pouco antes da moça sair da ponte onde estava, ela sentiu seu pulso ser firmemente agarrado, e então puxado para o outro lado da ponte.



