Alan e o pé de Graviola

Nos anos sessenta os pais de Alan se mudaram para uma casa no subúrbio ainda pouco habitado, era uma casa grande, com enormes varandas. O quintal também grande na parte de trás e dava para um terreno baldio. O pai de Alan era uma pessoa muita severa, assim como sua mãe também. Alan era o filho mais velho dos três filhos do casal. Certo dia o pai de Alan trouxe para casa uma muda de uma árvore frutífera chamada de Graviola. Em vista de todos da família, o pai de Alan plantou a muda rente a cerca do quintal dos fundos da casa. Alan tinha então sete anos neste dia.

Filosofias

Desenho castelos
em nuvens de espuma
caiando bonança.

Cavalgo sem medo
num cavalo alado
dorso esperançado
de eterna criança.

Sou o que ninguém pode tirar
o vaguear da alma em desalinho,
o que apenas se esvai com a verdade!

E uma Fénix dourada faz ninho
no caminho de cinzas da saudade.

(Rui Tojeira)

Aniversário

Agora são 02.53 da manhã. Comecei o dia me lembrando

Que hoje eu tenho um coração para alegrar. Infelizmente

É um coração que está assim...distante, não está presente

Mas é um belo coração que amo que está aniversariando.

 

Por isso, para esse coração, mais do que nunca, eu desejo

Zonzo

Somos um nobre Povo. Otimista.

Que escreve a «branco» num papel em branco

Quem o lê, é o pessimista…

Que o traduz à letra. E neste recanto

 

Leio Swaps financeiras

Que permutam «brancas», no papel outrora visto

Grandes, os mestres destas brincadeiras

Zonzo o Povo que vai acreditando nisto!

HUSSERL, Edmund - Filósofos Modernos e Contemporâneos

HUSSERL, Edmund

1859 – 1938

A Fenomenologia

Em 1859, na Moravia, então integrante do Império Austríaco, nascia EDMUND HUSSERL, o homem que tentou organizar uma das principais partes da Filosofia: a Fenomenologia, o estudo dos “Fenômenos”, ou de tudo aquilo que pode ser captado, ou percebido pelo homem através dos seus Sentidos (tato, visão, audição, paladar e olfato).

Ele

Eu não conhecia direito,
Nem sabia por onde se passava seu sorriso,seu olhar,sua boca,
Seu jeito desanimado de andar,sua cabelos.

Eu apenas conversei um pouco com ele
Só isso. Nada mais que uma conversa.
Mas aqueles olhos,aquele jeito aquela boca...

Ele parece um anjo... As vezes eu acho que é
Ele anda na minha rua, as vezes sem rumo
Só talvez para descasar na chuva de estrelas ou na luz do dia.

Eu vivo procurando ele pelas ruas,nas lojas
Já o vi duas ou três vezes.
Aquele anjo,aquele jeito,aquele olhar,aquela boca...

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