Percepção e raciocínio

Percepção e raciocínio
(Mauro A Evaristo)

Sempre há oportunidade
De melhorar a própria mentalidade,
Aprimorar a Auta Alta Frequência
Com dedicação e muita persistência.

Dicionários, livros para um bom falar
Evite no dia a dia qualquer palavrão
Como também palavras de anulação
Isso por si só já é um bom começar.

Deixe de lado excesso de telas, televisão
Coisas que deixam o cérebro dormindo,
Busque ampliar percepção e raciocínio,

Disparate

Disparate
(Mauro A Evaristo)

É absurdo que tanta tecnomagia,
Tantas facilidades do dia a dia
Até o James Webb se aproximou de Marte
E eu não ter acesso ao seu WhatsApp.

É absurdo ter tanta tecnomagia,
Tantas oportunidades ao viver
Todos sabem algo de você
E eu não participo dos seus dias.

Chega de certa forma entristecer
Nas redes sociais muitos sabem de você
O James Webb manda imagens de Marte

Pessoa de Auta Alta Frequência

Pessoa de Auta Alta Frequência
(Mauro A Evaristo)

Para se tornar uma pessoa
De Auta Alta Frequência
Precisa fazer abstinência
De tudo que ao mal ressoa.

Uma pessoa de Auta Alta Frequência
Vive a positividade com insistência
Sabendo inclusive o que falar
Para o dia a dia não prejudicar.

A pessoa de Auta Alta Frequência
Persegue com inteligência
Vibrações que positivam o viver

Pois, vê com olhos de consciência
Que tudo é possível de entender
Através do poder infinito do próprio Ser.

Verão

Deixe que o Sol de hoje queime tudo!

Refrate-se nos vidros

E vibre suas ondas de calor no asfalto

Que escolhemos para nos aprisionar

Numa irreal sensação de conforto

De cidade grande, moderna, chique…

 

Sol, arda!

Mostre-nos tua força!

Torna insuportável nossa vontade,

Nossa imensa vontade de fugir…

Nossa terrível covardia

Que nos torna viciados e pobres

E insanos;

Torra nossa última vontade de pensar!

 

Deixe que o calor sufoque!

Quem sabe dessa agonia

Sem Saber

E se a dúvida fosse a única esperança?

E se saber fosse uma ilusão?

Se a certeza fosse ultrapassada

E a verdade fosse a maior mentira?

 

E se só tivesse respostas, sem perguntas?

E a ignorância fosse a suprema sabedoria?

Se o tempo fosse obsoleto

E o instante, a eternidade?

 

Faz sentido aprender?

 

É mais feliz quem não sabe;

É mais lúcido quem se vicia

E se permite pertencer ao jorro

Torrencial, multicor, desuniforme

Desse belo diário de crônicas

Que corre entre nós

Trajetória

No princípio, um precipício

De onde eu estava, escuro

Confortável e quente

Fui expulso,

Fui exposto.

 

Era inquilino,

Era parasita

Era um existir, tive de vir a ser

 

Do precipício

Veio a luz

Então o ar e o som

E a agonia de então

 

Ser proprietário,

Ser hospedeiro

Sempre ter de ser

 

No meio, um labirinto

Multiforme, malformado

De onde eu estava, penumbroso

Confortável e fresco,

Fui expulso,

Fui exposto.

 

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