No eco da desolação

No eco da desolação

 

Por uma intolerância

Em um país esquecido

Sobra ignorância

Jovens e crianças sonho consumido

Labaredas de fogo limpa a terra

Grandes em potencial

Artifícios de guerra

Não cura as feridas e nem sara

O mal

Refugiados longe de sua terra

Em cada estouro, se não for químico.

Ainda ha sorte

Sofrimento é apenas o estagio

Morte

Trabalho apenas sua ambição

Absoluto interesse dinheiro

Poder

Não ha humanidade

Amor, coração

O amor ficou doente

O amor ficou doente

 

Onde andaras o amor que vivia em meu coração

Vivi há tempos a traz

Com esse amor a vida era demais

Tudo era bem mais vida

Sorriso por sorriso

Estampado

No rosto podia se ver a felicidade

Todo dia era assim

Nada demasiado

Não parecia ter fim

Era amor não paixão

Deixamos de ser adolescente

Controlamos bem a ansiedade

No amor somos coerentes

A sensação

Namorada mulher esposa amante

Nosso mundo envolto

Nada existia

Repleto completo

Fumar no Céu de 13 Bocas de Navalha

Fumar no céu

Carlizinho levantou-se e pediu um cigarro a Joana.

- Um cigarro?! Pede um cigarro numa altura destas?

Vá, tenha maneiras…

- Mas querida… ninguém repara. Vá lá, estou tão aflito.

- Nem pensar nisso é bom. Ele pode reparar.

- Ele, sempre Ele. Que mania da perseguição a sua, Joana.

E digo-lhe mais: Ele não pode estar sempre em toda a parte com para aí se diz.

- Ai não? Então olhe, olhe. Lá está Ele a olhar para cá. Disfarce!

- Disfarçar uma gaita, estou-me nas tintas para Ele.

A excelência no amar

A excelência no amar

 

Consiste relação parcial entre individuo

Respeitando as diferenças

Sejamos tolerantes a que nos é permitido

Aceitando algumas exigências

Cuidado, zelo, capricho

Não seja áspero

Onde há sentimento

Seja humano ou bicho

Conhece se o coração pelo tratamento

A vida não é em vão

É real e consistente

A lealdade e o pleno amor não vêm de gente

O que diz a respeito a isso

Somos ainda iniciante

Melhor expressão de amor quando o rabo abana

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