socalcos de pedraria
Autor: António Tê Santos on Tuesday, 22 May 2018a poesia homenageia os engenhosos que a ilustram com os seus melancólicos fervores transportando-os pelos canais da criação até aos lugares onde se adornam de múltiplos objetivos.
Desejos inflamados
Autor: DiCello Poeta on Tuesday, 22 May 2018Curvas, muitas curvas
Autor: DiCello Poeta on Tuesday, 22 May 2018Tudo é arte
Autor: DiCello Poeta on Tuesday, 22 May 2018Ah, esse tal de amor
Autor: DiCello Poeta on Monday, 21 May 2018Adoro
Autor: DiCello Poeta on Monday, 21 May 2018ANDO
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 21 May 2018
Ando enquanto durmo
Nos recantos escondidos de mim
Onde a neve nunca esteve
Para não derreter entre os dedos
No silêncio agreste da minha alma
Esquecendo o sal que dá a vida
Numa poesia levada pelo vento
Num tempo que o sangue não se sentia
Entre o beijo de fogo num sonho
Nas palavras que se soltavam
Como uma flor que nascia dentro de mim
Onde tu regavas com tanta ternura em silêncio.
HOJE MORRI
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 21 May 2018
Hoje morri sozinha
Perdi as cores com que nasci
Perdi a identidade
O brilho do olhar
Perdi as brincadeiras de criança
O saltar à corda
Perdi sem saber alguns amigos
Talvez já não fossem
Perdi a alegria, o riso
Que gosto tanto
Perdi a esperança
De voltar um dia, quem sabe
Hoje morri sozinha
Morri feliz por saber que fui amada.
VOU CAMINHAR
Autor: IsabelMoraisRib... on Monday, 21 May 2018
Vou caminhar entre as pedras
Tentando me livrar da depressão
Empurrando sem me sentir presa
Atada nun fio de cansaço meu
Esquecendo as tristezas no peito
Escrevendo palavras na alma
Para cortar as dores dos sonhos
Nus canteiros que esperam florir
Bordados com tanta esperança
Nas letras que a morte espera
Bebo da fonte a inspiração divina
Para caminhar entre as pedras frias
Pintando a tela perfeita em palavras