Amizade
O Guerreiro dos afetos (continuação)
Autor: bento reis on Saturday, 18 October 2014Rendo-me neste guerreiro dos afetos
tomarei minhas as tuas batalhas perdidas,
aceitarei a tua derrota de braços abertos
serei teu grito nas palavras esquecidas.
E no eco deste grito de guerreiros
Cantaremos o hino final da partilha,
envoltos corpos de suspiros derradeiros
vitoriosos vencidos na mesma mortalha.
Olharemos cada um o outro grande vencedor
sem nenhum provar o sabor real da gloria,
no fim dos afetos divididos de resto dor
perderemos ambos o sabor de outra vitoria!
- À Sombra -
Autor: Luizelisiario on Thursday, 16 October 2014- À Sombra -
Sempre próximo:
Habitualmente vê...
Cá existir residindo
Bem ao seu lado...
Sei hoje não estou!
Sai como quem...
Associado a um trabalho
O guerreiro dos afetos
Autor: bento reis on Sunday, 12 October 2014
Visto a capa do guerreiro dos tempos
Empunho a espada dos abraços
estratégia de guerra nos sentimentos
procuro-me na derrota dos estilhaços!
Monto um puro alazão já morto
Outrora alado guia-me na batalha da razão
serei meu vencedor na dor que não suporto
Apontarei aos céus a vitoria do perdão!
Partilharei com os vencidos a conquista
Serei servo da derrota e vencedor
serei imortal na pedra do alquimista
Nesta irmandade será minha a tua dor!
Ele Era Meu Amigo Também.
Autor: Luan Soares on Saturday, 11 October 2014A Paz De Cada Irmão
Autor: Luan Soares on Saturday, 11 October 2014Abraço amigo
Autor: Pedro Rodrigues on Saturday, 11 October 2014Abraço amigo
Desenho-te como um abraço
Precisamos do abraço um do outro
Então que esses abraços sejam mágicos
Com magia para nos unir mais
Que tenham calor
Seja envolventes e seguros
Que transmitam tranquilidade
Que afaste angustia
Que sejam poemas de alegria
Que traduzam
Amizade e amor
A emoção
De cada vez mais
Ter vontade de abraçar
Que esta a espera?
Da cá esse abraço
Autor
Pedro Rodrigues
PATRÍCIA
Autor: ALEXANDRE CAMPANHOLA on Saturday, 13 September 2014Daquela que meu riso exigia,
Que a luz da ternura refletia
Não vou me esquecer!
Por mais que o tempo tente levar
O esplendor que eu via em seu olhar,
Irei sempre o ter!
Em minha mocidade plangente
Onde na aurora da estrada ardente
Tão cedo morri,
Perdido entre as vagas da existência...
Servo do desgosto e da indolência,
Eu a conheci.

