Amizade
Ser Feliz
Autor: Paulo Fernandes on Sunday, 31 December 2017Erga os olhos
Autor: Michel Willian on Friday, 15 December 2017
Simplesmente não recordo,
Se faz pouco ou muito tempo,
admito, não contenho,
és um belo recomeço.
Se faz pouco ou muito tempo,
admito, não contenho,
és um belo recomeço.
Erga os olhos meu amigo,
procure avistar o céu,
não hesite, nem lamente,
este, é o seu momento.
procure avistar o céu,
não hesite, nem lamente,
este, é o seu momento.
Em seu rosto escorre as lágrimas
de um puro sentimento,
me pergunto novamente,
se faz pouco ou muito tempo.
de um puro sentimento,
me pergunto novamente,
se faz pouco ou muito tempo.
A alegria em meu peito é forte,
como ais,
arrisque-se, viva a vida
como viveste jamais.
como ais,
arrisque-se, viva a vida
como viveste jamais.
Reflexão
Autor: Paulo Fernandes on Tuesday, 14 November 2017Amigos/as
Autor: Paulo Fernandes on Monday, 13 November 2017Amigo especial:
Autor: Ana Duarte on Sunday, 5 November 2017Viver a Vida
Autor: Paulo Fernandes on Saturday, 28 October 2017Viver a Vida
Procura amor em outro amanhã
Procura o destino em cada esquina
Perde o medo tem coragem
Enfrenta a vida, menina.
Encanta e observa por ai
Descobre a errar imperfeição
Coloca no pensamento o melhor para ti
Corre sem medo de cair no chão.
Levanta a cabeça na derrota
Reencontra o passado que perdeu
Que sobra, no fim, é que importa
Lembranças daquilo que viveu.
São Vidas em Nossas Vidas
Autor: Paulo Fernandes on Tuesday, 24 October 2017João e José
Autor: André Claro on Saturday, 21 October 2017
João e José são feitos de barro é fé,
Labuta, afeto e umas tiradas de sarro.
Enquanto um tá na palha pro cigarro,
O outro acaba de cortar o capim-guiné.
Se são irmãos, não se sabe nem se duvida,
Certo mesmo é que eles vivem num visgo,
Dão-se entre si mais que com “muié” e "fios".
Às vezes vão visitar a cidade, lógico!
Mas é só pra sustentar os seus vícios
De comparar o tanto que é “mais boa”
A vida na roça, apesar dos sacrifícios.Cad’ela?
Autor: André Claro on Saturday, 14 October 2017
De tão só, acabou a procurando em todas.
Viu-se sem nenhuma satisfação nem força,
Encontrou a culpa lhe chicoteando o corpo.
Chegou a pensar em castigo, peça ou troça.
Procurou se livrar daquela ânsia e demora,
De querer se abater com seu próprio corte,
De se suster com o não passar das horas.
Pediu perdão a Deus e foi tomar seu porre.
Foi encontrado caído dormindo ao meio-fio,
Como se fosse um adolescente apaixonado,
Que perdera a razão depois de ser chutado
E queria desforrar com seus bêbedos sibilos.






