Desilusão

Boemia Das Madrugadas

Boemia, Boemia

Das altas madrugadas

Na noite ainda me espera

Para ser amada

Essa vida eu deixei para trás

Hoje tenho um lar, e uma mulher.

Que me ama muito mais.

 

Boemia, Boemia

Das altas madrugadas

Das noites enluaradas

Que com você eu passei

Entre bares e bebidas

Assim foi a minha vida

Nos dias em que te amei

 

Boemia, Boemia

Das altas madrugadas

Na noite ainda me espera

Para ser amada

Essa vida eu deixei para trás

The end

O sangue escorre pela faca
Pobre alma amaldiçoada
Vivi enfeitiçada
Encantada
Por essa vida lascada

Toda atrapalhada
Não percebi que vivia jogada
Essa gargalhada
É minha esperança que enfiei
No coração dá sua amada

E eu ?

Viverei jogada
E ela morta dilacerada
Quer brincar com a gata
Mais esqueceu dá grande jogada
Obrigada por me satisfazer
Adeus menino sem fim
Nunca mais "ri ra" de mim

Fugindo Do Mundo

Eu tentava fugir do mundo

Com razões para chorar

Na sombra de um pé de ipê

Sentei num banco para descansar

Quando surgiu um menino cansado

Com uma flor na mão a brincar

Percebendo minha presença

Ao meu lado ele veio sentar

 

Olhei, e vi aquela flor murcha.

Dei um falso sorriso e me virei

Ele cheirando a rosa me disse

Olha que flor linda que eu encontrei

E cheirosa pegue a colhi pra você

Para livrar do garoto eu me aproximei

Fui pegar a rosa e ele segurou no ar

Condição

Condição?

 

Foi uma situação penosa?

Foi um espinho de uma rosa?

Que me perfurou.

E nunca, nunca mais sanou!

 

Instala-se o tumulto.

E aparece como um vulto.

Esta estranha impressão.

De estar só, no meio da multidão.

 

E é um livro reservado.

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