Geral
Moedas
Autor: WILSON CORDEIRO... on Tuesday, 25 April 2023Sonhei apanhando um punhado de moedas
eu que nem ligo tanto
para um metal tão frio onde
traziam diversos valores estampados
acordei hoje também, com vontade de falar
com meio mundo de gente de valores ou não
para este humano cadavérico e sem perfeição !
antes que seja tarde, dialogar
ora caraminholas
já existem tantos caminhos modernos e tecnológicos
que abreviam a ansiedade
venci os caminhos obstruídos do meu NÃO interior
lembrei de cada um com o coração desarmado
O LIVRO
Autor: DAN GUSTAVO on Sunday, 23 April 2023Sol
Autor: Reirazinho on Sunday, 23 April 2023O sol queima toda a minha cabeça,
esquentando meu cérebro cansado
peço pro sol que não se resplandeça,
peço que esfrie o pensar fatigado.
Com o seu brilho, me escureço todo,
eu gosto das estrelas do céu azul,
a tarde às cinco bate num soco,
então o sol sai do ringue, e vai pro sul.
O diálogo do homem e a chuva
Autor: Reirazinho on Friday, 21 April 2023Final de semana chegando
vai à exasperação embora,
chega então o frio cortando
o gelo no ar de fora.
Inspiração
Autor: Reirazinho on Wednesday, 19 April 2023Busco um pouco de inspiração,
Aguardo na passagem das horas
Um pouco de linhas, de trovas.
A canção do silêncio canta alto,
Dialoga no desespero do nada:
A melodia do vazio passa, e mata.
Num reflexo dos meus livros
As páginas propõem a pensar,
Tudo inspira, tudo pro verso cantar.
Vida redesenhada
Autor: WILSON CORDEIRO... on Wednesday, 19 April 2023Chuvas de jujubas coloridas
para alegrar a vida de um planeta infantil
sonhos açucarados para acalmar tempestades hostis
bombas de chocolate, são anestésicos
curativo aos males do mundo adulto
suspiro branco , anjo bom a proteger toda infância
suspiro rosa, para não sair das lembranças
paredes de wafer, não protegem a invasão
as cercanias açucaradas
não há exército infantil que resista
ao mousse de chocolate ao cair da tarde.
Ator
Autor: Reirazinho on Monday, 17 April 2023Atuo escrevendo repetições,
de ideias, filosofias, sanções.
Antagonista da sinceridade,
vivo no mundo de máscaras,
ninguém nunca me viu;
e se viu, nunca me tocou.
Talvez tocado risadas,
talvez chorado na verdade,
olhou meus olhos e viu:
partiu pra outra retina.
Cegou-se de expectativa,
saiu do palco decepcionada,
eu: “mais uma sala lotada”.
Perdi-me no personagem,
sou depravado, sou poeta,
Meu querer
Autor: WILSON CORDEIRO... on Saturday, 15 April 2023Quero beijar o sinônimo do teu tempo
tuas prendas para alfabetizarem meus dias
tua valentia vem me acariciar
você e a diversificação
uma feira de emoções
gostos e cores fazem parte da sua moldura
que evolui em mim
e desperta chuva doce e cortesã
você é o único paraíso desse mundo
sinfonia espetacular
no lar silencioso
Quero ser parte da sua paz
de bem caminhar com os teus passos
queria ser um poeta com menos desgostos na vida
e que tem prazer na partícula de vida