Me ergui
Autor: Adriano Rodrigu... on Monday, 3 October 2016Eu cai,
Levantei ;
acreditei que poderia vencer,
Venci
Eu aprendi a chorar, mas não esqueci de sorrir.
Eu cai,
Levantei ;
acreditei que poderia vencer,
Venci
Eu aprendi a chorar, mas não esqueci de sorrir.
Ficarei mudo
Não por doença
Mas por desprezo ao mundo
Pois, ficarei mudo
Nesse mundo
Que tudo atrae
Quase todos são corrompidos
Falarei quando preciso
Não sou melhor que ninguém
Sou apenas objetivo.
Não são as palavras bonitas que encantam
Mas, sim as palavras sinceras
A beleza não é essência
É complemento...
A sabedoria é um dom
E quanto tempo restam
E o que você fez?
Se hoje estou aqui
Amanhã não sei mais
Em busca da felicidade
Encontrará muitas maldades
A essência passa pela criatividade
E o dom divino...
Esse não pode ser dilapidado
O dom divino,
Esse tem que ser aproveitado.
Momentum Nori
Por vezes, as expressões humanas alinham.se acidentalmente, com as verdades do Céu e do Inferno.
Quando isso acontece, as frases agarram.se à História como halos.
O desafio de mostrar a Verdade,
O estranho estado de suspensão,
Entre a concentração absoluta e o vazio absoluto (aparentemente é algo Zen), a dissolução momentânea entre o Sujeito e o objeto... A transcendência fugaz do Céu.
Vocês Humanos, e as vossas Epifanias confundidas.
Luis Ginja
A Morte é a Limitação obrigatória e Purificadora... depois disso, bem... depois disso ... casa.
Não vou acender velas na Alma... a obscuridade quente e a chuva contínua confortam-me... tal como a Luz do Sol e o silêncio da promiscuidade Cosmica, deixam-me flutuar para os sonhos. O Céu, é um diagrama de Mitos, a Terra, a latrina de Deus onde apenas 5 segundos de felicidade morna invadem os mares de Néptuno, e irritam frutrações na aparente Ira de Zeus...
Eu sei que sou o alvo para muitas pessoas
Aprendi a perdoar quem nao gosta de mim
Sei que ele está em cima de ti
Sinto que tudo está a desaprecer
Bloqueias como fosses criança
Nunca aprendes-te na vida o que é esperança
Mais um dia e mais uma noite em guerra
continuas nesses teus caminhos desfavorecidos
Gostava de dizer que estou em casa mas sinto-me na rua
TEm muitas maneiras de te encontrar cega
Os milagres é que te fazem esperar pela vida
O fim está proximo se estiver sempre estarei sempre no medo
Quantas almas em mim eu tive
Que poderiam dar-me as respostas
Almas maduras, velhas, novas
Todas elas me viraram costas
Foram vendidas à Santa Fé
Trocadas por um punhado de feijão
Malagueta, sangue, café
Tudo coisas sem religião
Viveram em mim uns anos
Depois cresceram e endoideceram
Partiram antes dos meus planos
Bateram asas, desapareceram...
Deixaram restos da sua ida
Como se algum dia fossem voltar
Deixaram a minha vontade despida
Quereres saber quem és,
Quanto pretensiosismo,