saudade

na esperança de te avistar
nos meus olhos vejo saudade
longe de te sentir e ver
minha alma sente o mar
perco a minha realidade
e meu pensamento é o teu ser..

nos braços de um puro olhar
amor é uma amizade
que nos faz por dentro arder
e se esquece de sonhar
dentro de uma fútil liberdade
que te faz dentro do meu ser
amar de verdade

Na quietude de minha Aldeia

Na quietude de minha Aldeia

 

 

 

 

Na quietude de minha aldeia

Vou esperar pelo raiar do dia

Antes do amanhecer...vou acordar

Os pássaros me encantarão com suas melodias

Aldeia de granito adormecida

Esperarei ver o voo do Açor

Gracioso e imponente

O pastor acordou ....e o rebanho espera ansioso

Saindo pelos campos, pela frescura da manhã

Em busca da fonte... vai uma senhora de luto ...

De cântaro á cabeça

Água fresca que saciará minha sede

 

Meu chão

Meu chão
 
Procuro meu chão na poesia
raízes ditas da civilização
tomaram conta do meu lugar
 
quero a inteligência das pedras
que me viram crescer
das plantas que cuidei
das amizades que reguei
 
ofuscaram minhas vistas
com novos muros de construção
casas vejo que não via
 
onde estão caminhos que percorri 
 
vejo-os nos novos

Quero a Noite

Quando a noite faz nascer

No infinito do Céu

Sagrado manto e estrelas

Por te amar tanto e te querer

Imagino um olhar teu

No brilho de todas elas

 

Envolta nos raios de luz

Dos beijos do teu olhar

Minha alma se alimenta

Porque o sonho me seduz

Peço à noite para ficar

Senão me invade a tormenta

 

Vem ja perto a madrugada

Meu coração desespera

De saudade e agonia

Grito de alma amargurada

Oh meu amor quem me dera

Que não mais houvesse dia

 

vc

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