os ramais da temperança
Autor: António Tê Santos on Sunday, 30 June 2019transporto as minhas equimoses até às reentrâncias do desespero introduzindo nas suas provisões a saliva que transforma os temporais em poesia através dum apurado raciocínio.
transporto as minhas equimoses até às reentrâncias do desespero introduzindo nas suas provisões a saliva que transforma os temporais em poesia através dum apurado raciocínio.
A Opinião de uma amiga:
Marcador (verso)
o meu fulgor transgride os códigos do meu passado augurando tremendas conquistas quando as paisagens agrestes são abrangidas por uma ventania preciosa que emaranha as minhas cantigas numa gesta requintada.
Esta noite
eu estava pensando
fiquei em silêncio
Amor insano
um beijo, dois...três...
tantos quantos você quiser