Sozinha

 

SOZINHA

A porta meio fechada,

Uma esperança estúpida brinca com o pensamento.

O que não quer pensar, mas é inevitável.

Em sua cabeça, pensa talvez o impossível

Mas o amor não sai, não vai

Ele dramatiza os dias, cheirando a bebida

Seus olhos se encontram novamente; ele com outros como ele...

Ela, irremediavelmente, sozinha...
Ele iludido sem pensar, sem desejo de cura

Ela diz para si mesma; é o amor

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