Amor

Confesso...

 

Eu confesso que não sou perfeito.

Mas hoje acordei com uma vontade louca de beijar teus pés,

De raptar um cometa só vê-lo riscar os céus cada vez que te olho,

De encher a terra de vários corações...

Pulsando compassadamente no peito feito relógio.

É assim que todo homem deve ser:

Gentil, cordial, agradável e até exagerado.

Romântico, Cavalheiro, e sempre atencioso...

Enfim, de tudo, um bocado.

Eu confesso que não sou perfeito.

Mas gosto de presentear flores,

De jantar a luz de velas, e Ir ao cinema...

O corpo do beijo...

O beijo tem corpo,
tem forma,
tem jeito,
morre na boca,
mas nasce no peito...
O beijo tem alma,
tem um sentir perfumado,
de aroma a língua,
de cheiro salivado...
O beijo tem palavra,
que escapa à audição,
soletra em silêncio,
o que leu no coração...
O beijo tem mãos,
que estrangulam a saudade,
por entre os seus dedos,
brinca a felicidade...
O beijo tem feitiço,
é elegante e sedutor,
quantas as vezes só num beijo,

Meras Palavras Vãs

 

E o meu amor não será de palavras,

Pois nem só de palavras vive

Um coração apaixonado.

 

E nem é paixão o que lhe proponho.

 

Não te sinto correndo,

Numa forma corriqueira,

Mas numa corrente de sentimentos inexplicáveis.

 

São as sensações que você provoca,

 

E sensações não podem ser explicadas

E não há palavras que exprimam

O que há no meu coração:

 

Aquilo que chamam amor.

 

E, por você, o meu amor

Não será construído na futilidade

A PROMESSA

A PROMESSA

Em meu jardim nascem rosas brancas

que me fazem recordar o seu olhar

e a promessa que fiz a  você há mais de três décadas

Jamais esqueço quando em seus olhos se refletia

o céu que desde o alto cobria Praia Grande

e poder descobrir a paz e a luz do seu olhar.

Eu levava para você um ramo com  12 rosas brancas

As Palavras

 

(E tento perfazer o duro

Caminho das palavras)

 

Mas não sei de onde partir,

Não sei se sei dizer

Tudo o que você quer ouvir.

Tenho medo de não agradar,

Tenho medo de te perder,

 

Tenho medo de falar

E não te dizer nada.

Quem sabe se não vivemos

Em galáxias diferentes?

Falo muito do meu mundo

E nada sei do universo.

 

São as estrelas que me consolam

Pois sei que um punhado delas

Também está sobre sua cabeça

(E se elas fossem espelhos,

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