Desilusão
Moça
Autor: Luan Soares on Sunday, 10 August 2014Aproveita Que É Momentâneo...
Autor: Luan Soares on Sunday, 10 August 2014POVO SOFRIDO
Autor: Inês Duarte on Friday, 8 August 2014Vejo tanta gente, sofrer em torna de uma causa.
Perdidos nesta vida, sem ter lugar para uma pausa.
E tu, caminhas sem saber por onde caminhar.
Caminhas a saber que já não tens lugar,
lugar para ficar, lugar para agasalhar.
Não tens um lar, a rua é tua.
Cabe-te a ti encontrar,
Foz
Autor: Maria Miguel Diegues on Wednesday, 16 July 2014Afoguei a dor
Que consumia.
Esmago-a. Um, outro dia;
Essa que solene e discretamente
Me perseguia. Nascente
E foz
De um leito até então encantador
E puro, realmente.
Estagna agora,
Sem ti nada sou
Autor: Inês Duarte on Tuesday, 8 July 2014Sentido da Vida
Autor: Joyce Machado on Wednesday, 25 June 2014Qual, da vida o sentido?
após um curto sonho irreal
alguém por quem a admiração é tal
por quem o sonho é um desejo temido.
nos acorda para a vida real
não com um beijo molhado
como tanto era desejado
mas com uma facada sentida de uma atitude banal.
Desilusão
Autor: Graca Mendes on Monday, 23 June 2014Com o tique-taque do relógio
Subi da tua ternura os degraus
E nas tuas estrelas encontrei refúgio
Em momentos maus...
Eras Sol e eu Lua? Não sei!
Quando a noite roubou o dia
Em teu corpo eu repousei
Como numa bela moradia!
Acordei ao raiar da aurora
Banhei-me no teu oceano
Vesti-me e fui embora...
Pensando: tudo foi um engano!
Ainda olhei para trás hesitante
Limpando as lágrimas da tristeza
Corri pela areia queimante
Do sonho, inspirada na tua beleza!
SONHOS DE POETA - I
Autor: josé João Murti... on Monday, 9 June 2014SONHOS DE POETA - II
Autor: josé João Murti... on Monday, 9 June 2014SONHOS DE POETA – II
Poema de sofrimento, um grito alado de dor
que ecoa no vazio, entre as margens do lamento.
Na conjuração das asas, para transpor abismos,
segura nas garras o símbolo do sentimento.
Fragrância latente no estigma da alma em flor,
verbo devoluto que se desfolha nos eufemismos
dos pensamentos trajado no negro da desilusão.
Sem alento, as visões mastigadas, jazem caídas,
varridas, para esse abismo profundo de solidão.



