Frustrante Silencio
Autor: Joyce Machado on Saturday, 28 June 2014Como posso chegar feliz ao emprego?
Sonho a noite toda que te tenho
à meses que a noite não me dá sossego.
Como posso chegar feliz ao emprego?
Sonho a noite toda que te tenho
à meses que a noite não me dá sossego.
A madrugada corre lá fora,
E eu só penso nela...
O mundo corre atrás de uma bola,
A bola rola pelo mundo afora,
O mundo afora é mais sensato que eu,
E eu só penso nela...
As questões de vida e morte não são tão distantes,
São tangentes,
Latentes.
Latente como o meu pensamento,
Que só pensa nela...
E a madrugada, a minha amada e o silêncio,
Se misturam, Se agrupam, Se confundem
E, a única coisa que faço é pensar nela...
Pensar... Ser racional... Ser... Pensar nela...
Eu tentei chorar
porque não consigo controlar o tempo;
um ambicioso pesar
que me provoca este desalento.
Quero estar e ser
quem me custa não ser e estar
por não mais que nascer
longe de quem me faz chorar.
Às portas do céu
Agora que morri...
E que choraste ...deixa-me ir...
e esquece o dia em que me encontraste
e agarraste a minha mão, calejada pela vida
a minha alma já não é alma...é apenas um suspiro
é apenas um sussurro, dito num silêncio absoluto
um silencio como quando dormes ...agora sem mim
E agora que cheguei ás portas do céu
Não encontrei nenhum rosto, dos que toda a vida recordei
São apenas desconhecidos, que inventei para não estar sozinho
Será que somos reais ou seremos apenas reais imaginários?
Irracionais ou irreais planetários, implementados por um destino, esse já traçado?
AMOR DA MINHA VIDA
38 Sua voz, faz o dia ruim, tornar-se um bom dia...
Faz a tristeza transformar em alegria.
Tua voz faz belo todos os instantes...
Faz o mísero tornar-se abundante.
Trás aquecimento em noites frias, trás refrigério em noites quentes.
Quero você de corpo e alma...
Você está sempre nos pensamentos meus!
Qual, da vida o sentido?
após um curto sonho irreal
alguém por quem a admiração é tal
por quem o sonho é um desejo temido.
nos acorda para a vida real
não com um beijo molhado
como tanto era desejado
mas com uma facada sentida de uma atitude banal.
Através dos cortinados da imaginação
Contemplo o teu jardim em floração
Cravos, rosas, amores-perfeitos...
Magníficos canteiros em meus peitos!
Jardim belo, de cortar a respiração
E amarrar meu pobre coração
Nos arbustos escondidos tácitos
Sinfonia de gemidos de coitos!
Nas sombras dos recantos infinitos
Nos tapetes aveludados bonitos
Amantes entrelaçados, nus, ofegantes...
Oh! Jardim bafejado de romances inauditos
E de deleites sublimes benditos
Perfumado de beijos inebriantes!