Saudades do Tempo que Passou
Autor: António Cardoso on Tuesday, 12 August 2014O Gado No Prado
Autor: Luan Soares on Tuesday, 12 August 2014
Uma tarde nublada mas sem vento
E o céu do velho prado com uma paz de momento.
Cabeças de gado entre cercas de aumento;
Sem seres humanos, sem tormentos
Só o gado no prado sem vento.
Não há perturbação para os animais
No seu habitat natural
Não há nem perturbação para o prado!
Que é degustado de habitual...
Uma tarde afastada, mas sem vento
Rochas imensas! Árvores pelos arredores
O pampa afastado sem um guri sequer de guaiaca!
Desengraçado!
Autor: Luan Soares on Tuesday, 12 August 2014
Como pode um produto do mercado
Tornar-se desengraçado?
Tu já parou pra pensar no mau-olhado?
Como pode um puta azarado
Desenrascar-se da armadilha de um imenso fardo?
Não, eu nem vou perguntar!...
Como pode num planeta do tamanho de uma ervilha
Ter tanto puta azarado
Se afongando nas ondas do mar...
12 . 08 . 2014
MAKTUB !
Autor: Natalia L. Brambilla on Tuesday, 12 August 2014Já Se Foi Um Pomar (Hoje É Só Um Lugar)
Autor: Luan Soares on Tuesday, 12 August 2014
É um sentimento que não vai mudar
O sentimento de voar...
Observo o sol e observo a luz,
Vejo que ainda há algo que produz
Essa paz sincera, brilho no olhar
Onde as ervas dançam à me rodear...
E agradeço por poder mostrar
Que viver é bom e é tão bom sonhar!
E o passado é dono do que vai restar!...
Do que vai restar...
É questão de ouvir antes de falar
De querer sentir, buscar estar
Perdi As Poesias!
Autor: Luan Soares on Tuesday, 12 August 2014
Perdi todas as minhas poesias
No abismo de algum cataclismo.
Não sei dizer qual, nem cismo,
Ih! Droga...
Eu sei que uma palavra minha pulou o muro
As outras foram pro além.
Perdi todo o meu carisma
E agora sou de quem me convém!
11 . 08 . 2014
Tempo da Vida
Autor: Arlete Klens on Tuesday, 12 August 2014Pai
Autor: Arlete Klens on Tuesday, 12 August 2014Forte entre todos os homens.
Carta a um poema intrometido
Autor: neooneeon on Monday, 11 August 2014Carta a um poema intrometido
Ninguém te chamou
Deixa de ser metido
Só porque o momento é sublime
Porque o vento beija a face
Você vem com esse disfarce
Com esse papo ao pé do ouvido
O momento é outro
Você estava se comportando tão bem
Não era a hora
Mas você resolve aparecer mesmo nesta folha amassada
Não quer saber de aparências
Bem, nisto eu te saúdo e te admiro

