O que eu vejo
Autor: maria c. carmo on Friday, 8 August 2014Vaguear no meio de um povo cansado,
Vaguear no meio de um povo cansado,
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Não gosto quando saímos de casa juntos mas depois tu vais para um lado e eu para outro e beijamo-nos na rua. Não me leves a mal, sabes que gosto dos teus beijos e tremo toda só de pensar nos teus lábios, mas não gosto quando tenho de te beijar na rua.
As pessoas não têm de estar lá nem os cães e as chicletes no chão são feias. Rais parta a vida que é amor. Porquê que vivo num palácio contigo dentro e quando sais de ti resta só o mundo que inventaram? Porquê que não podemos ficar só nós os dois para sempre?
Mergulhar noutro corpo ,
respirar noutra atmosfera inversa
e voar com todas as aves migratórias
à flor do obscuro desejo, de querer ser
o que nunca fui.
A aurora desmorona-se de carência,
de outro amor impossível que há-de vir,
dentro a solidão cerca a luz absoluta,
já desponta, um engano que morre…
Somos condenados ao infinito,
neste chão onde a manhã se esvazia
e a aurora rompe-se.
Hiberno todas as noite,
e aprendo a secar tudo que escorre
"E seus olhos brilhavam, como mil sois a iluminar aluminio, sua pele era branca e limpa como leite, seus cabelos loiros eram a moldura perfeita para seu corpo de anjo, ela tinha uma aura de luz, que conseguia iluminar o universo todo, apenas com o seu "oi" acompanhando do sorriso mais esotnteante que encontrei por ai."
É o cotidiano,
dia
noite ...
Massacra sonhos
esperanças
alegrias...
"Eu ando distraída
Como quem nada quer
Como quem nada precisa
Ando distraída olhando pro céu
E pensando no seu mel
"Mil jeitos, efeitos, fases
Aqui e ali
O mesmo brilho a mesma frase
TÃO LINDA, TÃO MINHA.
Hora inteira, hora metade
E me ouve chamar
E me vê gargalhar
E me acalma, me amansa