Sem título

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Não gosto quando saímos de casa juntos mas depois tu vais para um lado e eu para outro e beijamo-nos na rua. Não me leves a mal, sabes que gosto dos teus beijos e tremo toda só de pensar nos teus lábios, mas não gosto quando tenho de te beijar na rua.

As pessoas não têm de estar lá nem os cães e as chicletes no chão são feias. Rais parta a vida que é amor. Porquê que vivo num palácio contigo dentro e quando sais de ti resta só o mundo que inventaram? Porquê que não podemos ficar só nós os dois para sempre?

Um engano que morre…

Mergulhar noutro  corpo ,

respirar noutra atmosfera inversa

e voar com todas as aves migratórias

à flor do obscuro desejo, de querer ser

o que nunca fui.

 

 

A aurora desmorona-se de carência,

de outro amor impossível que há-de vir,

dentro a solidão cerca a luz absoluta,

já desponta, um engano que morre…

 

 

Somos condenados ao infinito,

neste chão onde a manhã se esvazia

e a aurora rompe-se.

 

 

Hiberno todas as noite,

e aprendo a secar tudo que escorre

E ela trazia luz consigo...

"E seus olhos brilhavam, como mil sois a iluminar aluminio, sua pele era branca e limpa como leite, seus cabelos loiros eram a moldura perfeita para seu corpo de anjo, ela tinha uma aura de luz, que conseguia iluminar o universo todo, apenas com o seu "oi" acompanhando do sorriso mais esotnteante que encontrei por ai."

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