A vingança da ovelha negra

A vingança da ovelha negra!

Que ela era negra,já todos o sabiam!

Todos menos ela ,até que um dia o soube tambem!

Assim seria seu propósito de vida melhorar e deixar essa côr que tanta dôr lhe trazia!

Nunca se propôs a enganar ninguém e passar por água não lhe daria o branco,sabia sobretudo que não era pura,prefeita .branca e celeste!

Seria...

 

O que seria de mim sem a dor?
O que seria de mim sem o amor?
 

O que seria de mim sem seu calor?

O que seria de mim sem seu favor?

 

Seria...'

 

Rio sem água. Terra sem vida.

Ar sem guia. Fogo sem ira.

 

F.G.

Não se faz agora.

 

Quando acontecer

E a distância  for merecer

E lágrimas  apenas um saber

 

Sei que tarde outrora

Serei tristeza sem demora

 

Com traços pálidos...

Mãos ao horizonte clamarei ao fronte

Que deixe este ir embora

 

Porque sofrer não se faz agora!*

 

F.G.

 

Sentindo *

 

Não tenho grandes pretensões sobre mim

Não tenho a chuva fina da tarde

E nem o sorrir da brisa a acariciar o rosto

 

Sigo errante isolada...

Sem companhia sem medida...

Sem restrições passando por essa vida!

 

Com limites alterados

Com vontades pertinentes

Com desejos inconscientes...

 

Na tempestade desse jeito incoerente.

Permaneço consciente

De que um dia estarei na sua mente!

 

F.G.

 

A flor que vejo

E num passeio
Por este jardim
Senti-me alheio
De tudo em mim

E que sensação
Todo este bater
Desenfreado do coração
Que não quer esquecer

Que teu tocar
É o nascer do sol
Que parece chegar
Quando estás no meu colo

Tantas promessas
Foram ditas
Essas
Agora escritas

As juras de um amor
Eterno por um segundo
As juras de uma dor
Eterna neste mundo.

E vejo uma flor
Aos poucos florescer
Como em mim a dor
Que pareço esquecer.

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