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Fantasia

LAVADEIRA

LAVADEIRA

 

Oh! Lavadeira que lavas,

Nas frescas águas do rio,

Amansas as águas bravas,

Quer faça calor ou frio.

 

Nem a frescura das águas,

Apagam o teu fulgor,

Só tu lavas minhas mágoas,

Quando perdes o pudor.

 

Lavadeira que te lavas

E eu tanto m’ inebrio,

PÂNTANO

O pântano entre as florestas
É tão triste ;
Se figura ,num instante ,
Em verde mostro berrante,

Destrói
Peixes ,plantas ofegantes ,
Nadar é impossível ,
Navegar é importante
Sobre as águas insípidas ,
impotentes .

O pântano entre as florestas
É tão feroz!
Tira vida
Tira paz .

É sombrio e terrível
Esse monstro ,
Tão perto do verde das matas ,
Tão próximo do mar ,

Meu mundo

Divago, indago o meu desprazer continuo !
Em horas meses , muitos anos
Parceiros honestos da insatisfação ...
Doravante prometo não enganar meu futuro.
Vou propagandear meu amor ao mundo tolo
Ascender a alegria num carnaval fora de época...
Ah! mas ,não vou contar a intensidade deste amor
Só digo a predileta...
Ao grande amor da minha vida .
E para viver a benção diretamente
Vou despedir a tristeza as secretas
Será o fim das anarquias do coração?
Descontinuar o sangramento do mundo

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