Resiliência do dia. γ.

Resiliência do dia. γ.
 
Os códigos morais cegam, uma questão necessária,
Quem escolhe o que ver, não vê.
Há, disserto, nada novo que não esteja gasto pelo uso,
O novo, além do exame, o olhar que especula a natureza,
Se ilude, garante grandeza.
Nem luz nem reflexo, escuridão ou ausência.
Ser não é, além da presença, o estranho que lhe deu o nome.
Por conveniência muda, já mudou, não o é,
No âmbito do julgamento, um diferente ou igual.
Primeiro entende a si, o igual,
Não deseja o entender, o diferente.
 
A medida do tema, excelência da questão,
Chuva de gotas diversas em logos comum,
Que centro garante o lago e reveste o rio,
Por lama o caminho seguro é o princípio,
Livre da evidente torrente da refutação.
O anacronismo da contradição equivale ao axioma,
Opera a conclusão que demonstra sua investigação.
 
Implícitos da foz a ciências compete,
Onde a marca deixada na areia arrasta,
E qualquer definição concebe sua hipótese.
Cada acidente da ignorância da linguagem,
Reconfigura a proposição do impossível,
Regressando pela margem as regras da fé,
O processo da validade que compromete a água.
 
O curso é doce, o destino salgado, berço do absoluto,
Seu dogma, conclusão, substância de qualidade asfixiada,
Qualidade que compromete a configuração, a ordem da ordem,
O comando do modo e da potência, desordem das quantidades.
Todos estão de acordo com a forma do ato, o estalar de dedos no vácuo.

 

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