Resiliência do dia. Ψ.

Resiliência do dia. Ψ.

 

O peso do ar pressiona os pulmões na última coreografia,

Cada flor particular perde as pétalas quando o vento, a chuva,

As qualidades, cedem à determinação de seus limites;

Quando o fim termina, a memória grava junto a si o seu princípio,

Da morte à vida e da vida a composição de ilusões.

 

Podem os dementes permanecerem lúcidos envoltos pelo acaso,

Onde o discurso intelectual decai perante as qualidades das flores,

Como particulares contrastes envoltos pelo eclipse da fome;

Alguma coisa, um significado primeiro no segundo, no círculo,

Uma certeza primeira no segundo substrato de sentido.

 

As mãos estendidas recebem moedas quando almejam palavras,

Da indiferença dos astros a conjunção de dependências,

A potência da relação realiza sua referência nos pensamentos;

Formular os lamentos, quando o vento, a chuva,

As qualidades, imitam a natureza em sua arte, sua finalidade.

 

A mudança varre o desaparecer como princípio de anterioridade,

Posterior a caverna, a casa, o artificial seguro da cognição,

Obra arranjada na translúcida descrição da razão;

Sendo a atualização do processo concreto planejado,

Trincado pelo peso do ar que pressiona a coreografia.

Género: 

Comentários

Onde o discurso intelectual decai perante as qualidades das flores,

gostei

 

 

Obrigado Pericles!!! Por esse e por todos os outros comentários!!! Fico feliz que tenha gostado !!!

o poeta não pensa delira, é um soco no estomago ,escrever para o poeta e uma nessicidade,parabens jovem poeta

Obirgado novamente Pericles, e sim, é um delirio, um devaneio, um sonho qualquer que virá palavra rsrs... ^^ estamos aqui para escrever os sonhos e delirar as realidades...