Resiliência do dia. ρ.

Resiliência do dia. ρ.
 
Minhas palavras estão corrompidas pela influência de tua boca.
Sua mente está suja pela fé.
A imunda vida que contamina o branco dos meus ossos,
Através de teus olhos essa repulsa a mim retorna.
Por debaixo da carne que consome o afeto da infância.
Tua arrogância infecta a poesia que afoga.
 
O zero nunca se fecha, por isso é zero,
Por isso é todos os números, sendo nenhum.
Intensão é a verdade; qualquer conteúdo é submisso à criação da verdade que me é submissa.
O procedimento que inspira, define, chama o destaque da cor.
Meu universo despreza o superior, despreza os limites das sombras.
Eis a questão, corrompida pela realidade de sua função,
Onde os limites da geração moral é teu nome.
 
Condiz matar as formas dos semelhantes, controlar seu corpo,
Existir na memória que apaga para permanecer,
O acidente conjuga o veneno que circula pelo berço.
Eis a questão, os detritos do presente são belos.
Participo dos tempos contrários as consequências,
Onde a ciência é uma parede de quadros em decomposição.
 
A comunidade realiza a natureza da escolha,
Interage com a purificação dos conceitos,
Polindo os esclarecidos e o zero.
Meu nome corrompe a incompleta numeração do valor.
O banquete dos ossos recobertos de palavras,
No fundo do abismo teu ser é minha sombra.

 

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